terça-feira, 28 de abril de 2009
círculo
Sequer um minuto pensei que seria capaz de amar
Sinto-me como no fundo de uma cacimba
gritando sem ninguém me ouvir.
E na penúria de minha vida fui tomada
por um amor em demasia
O triste é pensar que é ilusão
o que nos faz achar únicos e insubstituíveis
e achar o mesmo dos amores
quando outros se substituíram.
Na verdade pensei...
E de pensar que um dia amei tanto
e com tal zelo,
e assim como o tal morri,
e quando vivi,
Amei com tal força em um instante.
Enquanto o amor renascia, a vida se transformava.
Com o tempo se descobre que sim,
o amor é "infinito enquanto dura".
Faz-se possível amar tantas vezes
e com intensidade tão forte
que se pensa ser única,
mesmo não sendo a primeira.
Aline Ramos
Sinto-me como no fundo de uma cacimba
gritando sem ninguém me ouvir.
E na penúria de minha vida fui tomada
por um amor em demasia
O triste é pensar que é ilusão
o que nos faz achar únicos e insubstituíveis
e achar o mesmo dos amores
quando outros se substituíram.
Na verdade pensei...
E de pensar que um dia amei tanto
e com tal zelo,
e assim como o tal morri,
e quando vivi,
Amei com tal força em um instante.
Enquanto o amor renascia, a vida se transformava.
Com o tempo se descobre que sim,
o amor é "infinito enquanto dura".
Faz-se possível amar tantas vezes
e com intensidade tão forte
que se pensa ser única,
mesmo não sendo a primeira.
Aline Ramos
quarta-feira, 22 de abril de 2009
VERSOS DE APRESENTAÇÃO DE MINHA PRIMEIRA REAL PERSONAGEM!!!!
Mulher , loucura, devaneio
Poeta, cantora atriz, dançarina...artista
Interlocutora.
Sua cobiça, real vontade, Contínua tempestade
Um pintura, retrato íntimo.
Calor, aventura, segurança
O conforto do teu repouso
O agito de seu despertar
Com alma de criança, brinco de ciranda.
Única, diferente e igual.
O reflexo da segurança
refletida nas águas de um poço de lagrimas de sensibilidade.
Forte, porém mulher... gosto de ter meu protetor.
Sou quem quer ser cuidada.
Quem quer se sentir viva!
Aline Ramos (*Poesia)
Poeta, cantora atriz, dançarina...artista
Interlocutora.
Sua cobiça, real vontade, Contínua tempestade
Um pintura, retrato íntimo.
Calor, aventura, segurança
O conforto do teu repouso
O agito de seu despertar
Com alma de criança, brinco de ciranda.
Única, diferente e igual.
O reflexo da segurança
refletida nas águas de um poço de lagrimas de sensibilidade.
Forte, porém mulher... gosto de ter meu protetor.
Sou quem quer ser cuidada.
Quem quer se sentir viva!
Aline Ramos (*Poesia)
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Videira
Luz essencial, uma lua, um sol,
brando sal,
oliva, oliveira.
Tempero tênue, marcante
colorido abundante, doce, sutil videira.
És medida, modesta
Floresta de flores com leve aroma
Dona, segura em suas inseguranças.
Menina, mulher
postura oculta pra sorrir como criança.
Amada, flôr!
Luz no olhar que refletem verdes ó oliveira.
O sol nos cabelos, pele, pêlos...
Pequenina notável
Semente jovem, incomparável.
Minha doce lembrança
no passado criança
hoje crescida, linda
serás semente de esperança.
Aline Ramos
brando sal,
oliva, oliveira.
Tempero tênue, marcante
colorido abundante, doce, sutil videira.
És medida, modesta
Floresta de flores com leve aroma
Dona, segura em suas inseguranças.
Menina, mulher
postura oculta pra sorrir como criança.
Amada, flôr!
Luz no olhar que refletem verdes ó oliveira.
O sol nos cabelos, pele, pêlos...
Pequenina notável
Semente jovem, incomparável.
Minha doce lembrança
no passado criança
hoje crescida, linda
serás semente de esperança.
Aline Ramos
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Tudo muda...
Dádiva divina
Assim como a neblina
O entardecer do amor.
Faz que escurece
Porém, é nebulosidade
Que quando sopra o vento
Traz o acalento
Revelando a verdade.
Semente plantada vira flor bela
Tomara não possa envelhecer.
No entanto, a casca fresca
Esconde a amargura
Que se adoça ao alvorecer.
A experiência não pôde expor
o real
a quem cresceu sem dor
Mas se a verdade sempre durar
Teremos a prova do sabor cultivado
Que em águas mornas
Deixou-se apurar.
Assim como a neblina
O entardecer do amor.
Faz que escurece
Porém, é nebulosidade
Que quando sopra o vento
Traz o acalento
Revelando a verdade.
Semente plantada vira flor bela
Tomara não possa envelhecer.
No entanto, a casca fresca
Esconde a amargura
Que se adoça ao alvorecer.
A experiência não pôde expor
o real
a quem cresceu sem dor
Mas se a verdade sempre durar
Teremos a prova do sabor cultivado
Que em águas mornas
Deixou-se apurar.
terça-feira, 10 de março de 2009
Às mulheres
De dor em cor
Na lua, na rua
Na chuva ou na soleira
Não há desejo, mulher,
Que a ti não queira
Tendo verdade como verdade
Como consolo a solidão
Por que não temes, mulher
Seu peito destroçar
E de humildade à loucura
E de insistência, ternura
E de paixão, ilusão
Tornar e tornar amar
Que não queira...
Que não sua essência não se perca.
O que dizer de ti?
Que é eterno pomar.
Representatividade constante,
Da incapacidade
De não mais sonhar.
Na lua, na rua
Na chuva ou na soleira
Não há desejo, mulher,
Que a ti não queira
Tendo verdade como verdade
Como consolo a solidão
Por que não temes, mulher
Seu peito destroçar
E de humildade à loucura
E de insistência, ternura
E de paixão, ilusão
Tornar e tornar amar
Que não queira...
Que não sua essência não se perca.
O que dizer de ti?
Que é eterno pomar.
Representatividade constante,
Da incapacidade
De não mais sonhar.
Feita num momento de paz
Ao propósito me entreguei
Sem temor e sem paixão
Ou força, ou ilusão
Em que inércia você pulsa ó coração.
Entre flores, clamores
Entre luz e energia
Ele reluz, oscila
Conta tristeza, conta alegria.
Palmas ao que pude
Vaias ao que não fiz
E no que posso...
Nem sequer feixe de consideração
Entre um sim
Entre um não...
A que propósito me entregar se não?
Ao desanimo, ao pó, ao fundo
Sem temer
Sem que relute,
Com o frio que não nego.
Numa redoma te ofereço
A cobiça, num amor incrédulo.
Sem temor e sem paixão
Ou força, ou ilusão
Em que inércia você pulsa ó coração.
Entre flores, clamores
Entre luz e energia
Ele reluz, oscila
Conta tristeza, conta alegria.
Palmas ao que pude
Vaias ao que não fiz
E no que posso...
Nem sequer feixe de consideração
Entre um sim
Entre um não...
A que propósito me entregar se não?
Ao desanimo, ao pó, ao fundo
Sem temer
Sem que relute,
Com o frio que não nego.
Numa redoma te ofereço
A cobiça, num amor incrédulo.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Em desatenta percepção
Mirei profundezas
Nas quais notava-se um ser
Descontente exílio de sombra constante
Donde espelhos amargurados
Não refletem teu semblante
E me veio,
No formato de mãos piedosas
Que não seguravam flores.
Não esperei, ó esperança
Ter meu amor vulgarizado.
Já que um olhar profundo
É de vazio povoado.
Voltei ao exílio
Porém, levando comigo um espelho
Ázimo pão, que não cresça.
Para que do amor
não se faça vergonha
e na esperança adormeça.
Reflita ó espelho
A lagrima do sonho alado
Que é resquíncio de esperança
Do respirar tão esperado.
Peito enlameado...
Permita que adormeça
Assinar:
Postagens (Atom)