EU quero não ter que querer
ser, ouvir ou fazer
Eu quero estar
estar me basta...
me basta o pouco
pois o pouco é meu
me basta o sonho
pois ele também é meu
estarei contente se assim me quiseres
e se não quiseres tampouco estarei diferente
me basta pouco, não quero sopro
me basta gente...
Aline Ramos.
domingo, 10 de março de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Ó doce menina,
no sorriso encanto
Teu pranto,
não desejo ver romper
Te desejo o canto,
a luz e a lua
Alegria crua,
passos apressados
Menina querida de coração puro
De inocência nos olhos,
carinho consolador
Te desejo a conquista,
vitória bem quista,
A benção, o brilho, a flor.
Te quero perto em dias claros e escuros
De mãos dadas diante o muro
Durante a luta ou labuta
Te quero linda no meu horizonte
Na rua, monte ou vila,
na dança de roda
Sendo também seu forte,
te quero na vida Graça,
primor, amor, AMIGA.
no sorriso encanto
Teu pranto,
não desejo ver romper
Te desejo o canto,
a luz e a lua
Alegria crua,
passos apressados
Menina querida de coração puro
De inocência nos olhos,
carinho consolador
Te desejo a conquista,
vitória bem quista,
A benção, o brilho, a flor.
Te quero perto em dias claros e escuros
De mãos dadas diante o muro
Durante a luta ou labuta
Te quero linda no meu horizonte
Na rua, monte ou vila,
na dança de roda
Sendo também seu forte,
te quero na vida Graça,
primor, amor, AMIGA.
domingo, 16 de dezembro de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Um filme antigo,
Preto e Branco.
Cenas quetes e puras,
calor brando, livre a censura.
É assim como em retrato,
eternizado no espaço de um único segundo.
Meu filme belo,
em tons de cinza e amarelo,
envelhecido com o tempo.
Traz frescura,
uma certa ternura,
como a chuva,
o sol e o vento.
É um livro,
um livro aberto,
com a história de um deserto e de dois apaixonados.
Um capitulo inscrito,
Uma continuação esperada,
Um trecho não terminado.
Preto e Branco.
Cenas quetes e puras,
calor brando, livre a censura.
É assim como em retrato,
eternizado no espaço de um único segundo.
Meu filme belo,
em tons de cinza e amarelo,
envelhecido com o tempo.
Traz frescura,
uma certa ternura,
como a chuva,
o sol e o vento.
É um livro,
um livro aberto,
com a história de um deserto e de dois apaixonados.
Um capitulo inscrito,
Uma continuação esperada,
Um trecho não terminado.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Eu sufoco em poesia
e não sinto meu corpo.
toda a vida, em suor e esbravejo
eu sinto, não vejo,
não fui, almejo.
Me falta o ar e sai prosa
um verso, uma trova
Desmaio em sentimento
e desfaleço...
Acordo em sonhos
viajo, retorno
vou e não volto.
Ao ressuscitar,
não sou diferente
não sou lua nem sol poente
Sou pouco pó,
cimento e tijolo... um bolo
E me bato, me amasso
me viro em pedaços
e me descubro
IMENSAMENTE SABOROSO!!!
Que venham as mudanças!
e não sinto meu corpo.
toda a vida, em suor e esbravejo
eu sinto, não vejo,
não fui, almejo.
Me falta o ar e sai prosa
um verso, uma trova
Desmaio em sentimento
e desfaleço...
Acordo em sonhos
viajo, retorno
vou e não volto.
Ao ressuscitar,
não sou diferente
não sou lua nem sol poente
Sou pouco pó,
cimento e tijolo... um bolo
E me bato, me amasso
me viro em pedaços
e me descubro
IMENSAMENTE SABOROSO!!!
Que venham as mudanças!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Culpa, odio, ensejo
um lampejo de furia
incontrolavel desejo.
Calor impedido no ato
um fato, um auto-retrato.
Retratando mentiras sentidas
contra verdades vistas.
E sentiu...
Longos e incansaveis beijos
sem sequer beijar
o extase e o suor do cansaço
sem amar...
sem culpa, sem furia, com desejo
tudo ao intermedio do olhar.
um lampejo de furia
incontrolavel desejo.
Calor impedido no ato
um fato, um auto-retrato.
Retratando mentiras sentidas
contra verdades vistas.
E sentiu...
Longos e incansaveis beijos
sem sequer beijar
o extase e o suor do cansaço
sem amar...
sem culpa, sem furia, com desejo
tudo ao intermedio do olhar.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Pacifico oceano de medos
pedra preciosa, erva daninha
vida, morte, esperança
dor, sorte ou lembrança
És para mim o que é
sendo, ou ate sem querer ser
se entregando, negando
medindo, chorando
Dada a dádiva de um dia ter sentido
tal murmúrio de afeto em meus ouvidos
tornou-se doce ternura, forte lamúria
tênue desejo, intensa cura.
No que sinto o toque
me engano...
No tato, a matéria
na alma, oceano.
pedra preciosa, erva daninha
vida, morte, esperança
dor, sorte ou lembrança
És para mim o que é
sendo, ou ate sem querer ser
se entregando, negando
medindo, chorando
Dada a dádiva de um dia ter sentido
tal murmúrio de afeto em meus ouvidos
tornou-se doce ternura, forte lamúria
tênue desejo, intensa cura.
No que sinto o toque
me engano...
No tato, a matéria
na alma, oceano.
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